quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Alliance Comunicação foi matéria na Revista Meio Ambiente Industrial



A Alliance Comunicação Sustentável  foi, mais uma vez, matéria na Revista Meio Ambiente Industrial. A publicação destacou as empresas presentes na XV FIMAI e falou sobre o reconhecimento da nossa agência como a primeira especializada na área ambiental e a pioneira a levantar a bandeira do Marketing 3.0. 

Essa é mais uma prova da nossa consolidação no mercado e agradecemos a oportunidade de participar novamente da Revista. É um grande orgulho estar ao lado de grandes empresas do setor nesse evento. A Alliance estará sempre à disposição para levar o que há de mais novo em comunicação sustentável para todos os clientes.

Faça o download da matéria completa.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Jeans, saco de dormir e estação solar que carregam celular

 
 
Quando a carga da bateria do celular acabar e você estiver pelas ruas da sua cidade, não será preciso esperar chegar em um casa para usar o telefone, pelo menos não em Nova York. Na próxima terça-feira (25), pontos de recarga de bateria de celular que funcionam pela luz solar começarão a funcionar gratuitamente em 25 locais da cidade americana.

O Street Charge é um ponto de recarga com saídas USB que pode comportar até seis dispositivos de uma só vez, dentre eles, Android, Blackberry, Iphones. O ponto de recarga, que tem a estrutura de 3,8 metros de altura, possui três painéis solares em formato de pétala na parte de cima. A torre também tem uma mesinha de descanso para apoiar um copo de café e o próprio aparelho enquanto recarrega.

O conceito é parecido com aeroportos que já oferecem este serviço de recarga, porém é considerado sustentável por ser projetado com materiais recicláveis e por se basear na luz solar como fonte de energia renovável. Para uma recarga completa é preciso deixar o aparelho carregando por duas horas, mas em 30 minutos já se consegue preencher pelo menos 30% da bateria, segundo informações da startup Goal Zero, envolvida no projeto.

O projeto de autoria da AT&T, empresa de telecomunicações, em parceria com a startup Goal Zero e a Pensa Design, consultora de design, nasceu depois da tempestade Sandy, em outubro de 2012. O objetivo foi criar pontos de carregamentos móveis nas áreas atingidas pelos apagões em Nova York. A ideia motivou os organizadores a instalarem as demais estações para atender a demanda do cotidiano. O custo é calculado entre US$ 300 mil e US$ 500 mil.

Jeans que carrega celular

A parceria entre a Vodafone, empresa de telecomunicações, e o setor de eletrônica e ciência da computação da Universidade de Southampton, na Inglaterra, foi capaz de desenvolver uma peça de roupa que carrega a bateria do celular. Estudos prévios mostraram que um dia inteiro de caminhada com o Power Short pode gerar até 4 horas de carga na bateria.

O short jeans que recarrega um celular será destaque durante Glastonbury, no Reino Unido, no final de junho, mas ainda não há informações sobre a produção e a comercialização do produto.

Saco de dormir

A Vodafone levou para o evento de música Isle Wight Festival um saco de dormir com mais de uma utilidade. O Recharge Bag consegue carregar a bateria do celular enquanto você dorme. Descansar oito horas dentro do saco de dormir equivale a oito horas de bateria recarregada.

De acordo com a empresa, os produtos estão em fase conceitual de exposição. O objetivo destes dois produtos sustentáveis é manter o público entrosado nos eventos musicais sem abrir mão da tecnologia.

Conheça a Eco Font e baixe o custo de impressão

 
 
Para combater a degradação ambiental e reduzir os impactos no mundo, especialistas buscam alternativas que vão além da reciclagem e separação de lixo. Pensando nisso, uma agência de comunicação holandesa criou a Ecofont, um tipo de fonte desenvolvida para reduzir o uso de tinta, toner e cartuchos em impressões.

Capaz de reduzir em até 50% o uso de um toner de tinta, a alternativa sustentável é possível graças aos pequenos círculos encontrados dentro da fonte. Para utilizar, basta o usuário instalar o software da Ecofont e aplicá-lo nas fontes mais utilizadas como, Arial, Verdana, Calibri, Times New Roman, Trebuchet, entre outras.

As proporções variam de acordo com o modelo escolhido: o tamanho 10pt da EcoFont equivale ao tamanho 12pt da Times New Roman, por exemplo. Na tela do computador, a opção pela fonte sustentável é bastante visível, no entanto, após a impressão a mudança é imperceptível a olho nu.

Benefício para o bolso e para o meio ambiente

Projetado para uso privado e comercial, o software permite uma redução de gastos, já que os custos com tinta e toner para impressão são altíssimos e inviáveis – em uma empresa, o número médio de páginas impressas por funcionário gira em torno de 10 mil por ano, com a Ecofont a economia é considerável.

Vale lembrar que a redução no uso de cartucho varia de acordo com a fonte. Segundo dados de estudos realizados pela Gerência de Tecnologia da Informação da Advocacia Geral da União (AGU), ao utilizar a fonte Times New Roman, no tamanho 12pt, há uma diminuição de 12% no uso da tinta. No caso da Arial tamanho 11pt, a economia aumenta para 26%.

Além disso, apesar de não ser de conhecimento público, as impressões a tinta são responsáveis diretamente pela degradação ambiental e produção de carbono. Dessa forma, a busca por alternativas que melhorem esse cenário se tornou necessária. A utilização de tecnologias mais sustentáveis, como a Ecofont, revela a conscientização ambiental por parte da população e das empresas.

Corrida sustentável: Conheça a frota de táxi elétrico em São Paulo

 
 
Desde junho do ano passado circulam por São Paulo dez táxis elétricos que partem diariamente da Avenida Paulista (esquina com a Rua da Consolação), Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e em frente ao Teatro Municipal (Centro). Silenciosos, econômicos e sustentáveis, eles se tornaram os queridinhos do público e do meio ambiente.

Os modelos Nissan LEAF podem rodar até 160 km sem precisar recarregar e levam apenas 30 minutos para abastecer a bateria. Os postos de recarga rápida estão nos estacionamentos das concessionárias Nissan localizadas nos bairros da Lapa, Tatuapé, Vila Guilherme, Vila Olímpia e Vila Prudente. Com o objetivo de mostrar que os carros elétricos podem baratear e ter chance no Brasil, este projeto piloto é fruto de uma parceria firmada entre Nissan, Prefeitura de São Paulo, AES Eletropaulo e a Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo (Adetax).

O modelo, de fato, é bastante econômico: nos primeiros cinco meses de uso, a concessionária divulgou um balanço com o gasto dos veículos. Cada carro percorreu em média 10 mil quilômetros e o custo nesse período foi de R$ 537. Se o abastecimento tivesse sido feito em gasolina esse valor chegaria perto dos R$ 2.300.

Além dos táxis 100% elétricos, a capital paulista já conta com 20 veículos híbridos do modelo Toyota Prius, que possuem dois motores: um movido à eletricidade e outro à combustão.

Aplicativo no Facebook ajuda a reduzir consumo de energia

 
 
Oráculuz é um aplicativo para Facebook que detalha o perfil de consumo de energia elétrica do consumidor residencial e orienta a respeito das vantagens da fonte solar para a autogeração de eletricidade. O aplicativo é fruto de uma parceria entre a Renova Energia e a TR Soluções com a ideia de facilitar o acesso à informação, aumentar a conscientização sobre o tema e sensibilizar para a viabilidade do uso da fonte solar.

“Nosso objetivo é aproximar a energia solar do dia a dia das pessoas e apostamos no Facebook como uma ferramenta de interação para o consumidor de uma geração mais antenada com as demandas ambientais”, afirma Tiago Guimarães, superintendente de comercialização.

Qualquer pessoa pode usar a ferramenta, desde que possua uma conta no Facebook. Basta entrar na página do aplicativo e informar os dados de acesso que o site direcionará para a rede social.

O usuário responde questões sobre seu perfil de consumo, como quais eletrodomésticos ele possui na residência, qual região do país onde o imóvel está localizado. A partir daí, o sistema pode apontar qual a parcela de consumo de cada aparelho, comparar o perfil com o de outras pessoas e até mesmo fornecer dicas para economizar energia com o uso mais consciente dos aparelhos domésticos.

O Oráculuz também mostra que o usuário pode gerar sua própria energia por meio da instalação de painéis fotovoltaicos, pagando, ao fim do mês, somente a diferença entre a energia consumida e a gerada, através do sistema de compensação pela microgeração de eletricidade, recentemente regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “A linguagem é simplificada, para facilitar o entendimento de quem não tem conhecimento técnico na área”, comenta Paulo Steele, sócio administrador, da TR Soluções.

Com os dados informados no aplicativo, as pessoas conseguem saber qual a quantidade adequada de placas fotovoltaicas para produzir energia solar em suas casas e o valor a ser economizado mensalmente na conta de luz, com a adoção da microgeração. Assim, é possível saber em quanto tempo o consumidor terá de volta o investimento feito nos painéis.

Você sabe o que é TI Verde?

 
 
Dados da PNUMA (agência da ONU responsável pelo meio ambiente) revelam que cerca de 50 milhões de equipamentos eletrônicos diversos são descartados e transformados em lixo eletrônico, anualmente. No Brasil, cerca de 60% do lixo inclui algum tipo de resíduo eletrônico e boa parte deste material acaba nos lixões, sem nenhum tipo de tratamento adequado.

Com as mudanças e preocupações ambientais, o aumento da população, das tecnologias e dos lixos eletrônicos, a área de computação teve que se adaptar para atender às necessidades globais. Dessa forma, se fez necessário a criação de uma tecnologia mais limpa, que tornasse o processo mais sustentável: o TI verde.

A tecnologia envolve desde a fabricação até a utilização, administração e descarte de produtos tecnológicos. Além disso, atinge todas as cadeias de seu processo: clientes, funcionários e fornecedores.

Mas, afinal, o que é TI verde?

Cada vez mais utilizado no século XXI, o TI verde é um conjunto de ações que torna o processo de produção de equipamentos menos prejudicial ao meio ambiente. O objetivo é produzir produtos que consomem menos energia, evitar a utilização de metais pesados e o uso de componentes químicos e tóxicos, além de aumentar a quantidade de materiais recicláveis na fabricação dos produtos.

A TI Verde (ou Green IT) engloba também o cumprimento da legislação ambiental e diagnósticos dos impactos ambientais de atividades relacionadas a área.

Dentre as preocupações, a redução do consumo de energia é destaque. Apesar de ser um dos maiores problemas, a busca por soluções já obteve resultados significativos, como a virtualização de servidores, ajuste do ar-condicionado e do fluxo de ar dentro dos datacenters, aquisições de equipamentos com certificados, entre outros.

O TI verde não precisa ser realizado apenas por empresas especializadas. Corporações comuns, de outras áreas também podem adotar medidas que auxiliam na busca por um mundo mais sustentável. Confira:

• Desligue os equipamentos nos momentos em que não estiver em uso;

• Utilize fontes de energia alternativa;

• Otimize a utilização do hardware. Isso permite o uso somente do espaço necessário e da energia correspondente para a sua refrigeração;

• Atualize o software e deixe a manutenção de seu equipamento em dia. Isso aumenta a durabilidade e a vida útil;

• Recicle ou doe. Alguns fabricantes e centros de coleta recebem equipamentos para reciclagem;

• Economize e inclua na lista de economias o papel do dia a dia, cartuchos de tinta e toner.

Bike de papelão feita com US$ 9 pode ter produção em massa

 
 
Há poucos meses, o israelense Izhar Gafni ficou famoso ao apresentar para o mundo a sua bicicleta de papelão reciclado, uma engenhoca eficiente e resistente que custou apenas US$ 9, além, claro, da grande dedicação de seu artífice. Agora com uma empresa montada, a Cardboard Technology, Gafni busca tornar sua bike ecológica realidade em larga escala, com produção em massa.

Para arrecadar recursos, ele procura apoio no site de financiamento coletivo Indiegogo. Gafni diz ter dispensando várias ofertas de investimento e optado pelo chamado crowdsourcing para não comprometer seus valores sociais nas margens de lucro.

Ele acredita que, se produzida em massa, sua bike pode melhorar a vida de comunidades pobres ao estimular a reciclagem de papelão e outros itens usados na bike, como plástico e borracha, e com isso gerar renda.

Gafni trabalhou duro e dobrou muito papelão para chegar ao protótipo ideal, que combina o design tradicional de uma bike e a resistência – ela tem capacidade de suportar o peso de uma pessoa de até 140 quilos.

Os valores de doação começam a partir de US$1. Uma das principais vantagens da campanha é que quem doa pelo menos US$ 290 irá receber uma bicicleta autografada quando as primeiras entregas ocorrerem, em março de 2015. O objetivo é arrecadar US$ 2 milhões até dia 8 de agosto.